Pecados digitais que você não deve cometer neste ano

Especialista em branding Pablo Marçal lista os principais erros que devem ser evitados por quem busca sucesso nas redes sociais

O Portal AMANHÃ pediu que o especialista em branding Pablo Marçal listasse os principais erros que devem ser evitados por quem busca sucesso nas redes sociais

Uma coisa é certa: a pandemia varreu do mapa influenciadores digitais que não apresentavam uma causa – ou mesmo aqueles que apenas faziam merchandising com produtos recebidos por diferentes marcas. O Portal AMANHÃ pediu que o especialista em branding Pablo Marçal listasse os principais erros que devem ser evitados por quem busca sucesso nas redes sociais. Marçal, que tem com mais de 1,6 milhão de seguidores apenas em seu Instagram, toca o dedo em duas feridas da modernidade: a falta de mensagens que realmente transformem a humanidade e a inconstância, ou seja, pregar uma filosofia e não a viver. Confira.

Não ter branding
Branding é construir a marca. O pecado está em não construir a marca e achar que é só mais uma pessoa na internet. Todos, na verdade, são uma tendência nesse espaço. As tendências criam movimentos e apontam direções. A grife/marca, então, é o que determinada presença deixa nas pessoas. “Muitos têm dificuldades em enxergar e classificar qual é a sua”, alerta Marçal.

Não fazer networking
Networking significa rede de trabalho. No networking digital, é preciso aprender a fazer as chamadas collabs, que são colaborações e parcerias com outras pessoas, usando esse relacionamento para criar materiais, como lives e vídeos e, consequentemente, servir com a sua audiência. “Até mesmo na internet, os relacionamentos vêm antes dos negócios. Mas para conseguir isso, é preciso ter relevância, que é conquistada quando se cria um branding e posicionamento reconhecido pelo outro”, revela o especialista.

Não contar histórias
Quando você conta uma história, as pessoas se conectam melhor. Sem uma história forte ou de superação, ninguém vai querer saber sobre você ou irá se interessar pela sua pessoa. Alguns dizem que não tem nada para contar, mas o problema é que elas não estão provocando a própria história. Conte uma bela história e acredite nela.

Não ter autoralidade
Autoralidade é quando você cria seus termos da sua própria forma. Quando não se tem isso, as pessoas acabam copiando as outras. Nascemos com uma personalização, com pessoalidade para ver o mundo, cada um do seu jeito. Quando a pessoa não mostra essa característica autoral, ninguém vai lembrar dela. “Isso é o que dará a diferenciação que faz um branding e posicionamento forte. Não quer dizer que a pessoa precise inventar as coisas, mas sim fazer adaptações e toques sutis a elas, criando ênfase em certas expressões que se tornam delas”, explica Marçal.

Não ter uma mensagem de transformação
Transformar é fazer uma pessoa sair de um estado e ir para o outro sem ter a possibilidade de volta. Quando você não tem uma mensagem de transformação é algo terrível porque para estar nesse mundo é preciso querer transformar a vida das outras pessoas.

Ser inconstante
As coisas são realmente simples, mas, ao mesmo tempo, são difíceis. É difícil para uma semente virar uma árvore e para um pobre ficar rico, por exemplo. O segredo está em fazer aquilo todo dia, já que a repetição, quando feita de forma cíclica, gera a constância e o hábito necessário para fazer um plano funcionar.

Não monetizar
É preciso aprender a monetizar. Não faz sentido gastar um minuto da vida sem ter retorno. Retorno é estar aprendendo para ajudar outra pessoa. “Não é sobre dinheiro. É sobre aprendizado. Quem aprende, ganha dinheiro. Ele é uma consequência. É ele quem precisa te caçar, e não o contrário”, finaliza Marçal.

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